sábado, 26 de fevereiro de 2011

BRASAS DO CLUBE

O mineiro Cláudio Henrique tem uma história que, com certeza, vai parecer familiar para muitos aqui do Clube. Ele tem uma paixão toda especial pela Brasília. Este foi o carro de seu pai que o acompanhou desde seu nascimento, passando por sua infância e parte de sua adolescência. As boas lembranças daquela época o motivaram para que, há quatro meses atrás, ele conseguisse adquirir a sua própria brasa. Fozzie, como é carinhosamente chamado em homenagem ao personagem dos Muppets Babies, é um exemplar marrom 1978 com motor 1600 standard que, em breve, receberá retoques na pintura para que Cláudio possa desfilar todo orgulhoso e cheio de boas recordações pelas ruas de BH.


P.S.: Na foto abaixo, Fozzie e Caco "se dando bem" com a Denise Richards...

SUPERESPORTIVO COM UM "QUÊ" DE BRASA

Esta semana, navegando pelo interessante e sempre provocante site Jalopnik, descobri algo, no mínimo, inusitado, e que aqui divido com vocês.
Para quem viveu nos meados dos anos 80, com certeza o Hofstetter foi o mais impressionante fora-de-série nacional produzido. Apresentando no Salão do Automóvel de 84 e lançado em 86, fazia uso do motor 1.8 do Gol GT turbinado e levava suas asas de gaivota a 200 km/h. Dezoito unidades foram produzidas até 1991, o que, além do estilo inconfundível e dos valores para sua aquisição (o equivalente a quatro Escorts XR3 da época), alçou o Hofstetter à condição de mito.


O inusitado é que até este mítico superesportivo nacional tem um "quê" de Brasília: sua suspensão traseira era, na verdade, a suspensão dianteira da brasa montada invertida. Ou seja, nossa querida Brasília contribuía para a "concha de retalhos artesanal", com elementos de vários carros (Gol, Chevette, Santana) e até Stock Cars (vide os pneus), que dava formas ao Hofstetter. Um luxo, não?
Para quem quiser saber mais sobre o Hofstetter, aqui vai o endereço: http://www.jalopnik.com.br/conteudo/asas-do-sonho-do-supercarro-nacional

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

BRASAS DO CLUBE

A Brasília que vamos mostrar hoje pertence ao amigo Everson Silveira. Ele é o feliz proprietário de um exemplar LS 1980 dotado de detalhes como calhas de chuva nas janelas, rodas e máscaras dos faróis na cor preta, piscas cristal, retrovisores cromados de ambos os lados, sem contar o seu excelente estado de conservação e pintura. Everson é morador de Rio Negro, no Paraná, e para quem não conhece a região, o rio que dá nome à cidade também serve de limite de municípios (com Mafra, Santa Catarina). Em resumo: atravessando uma única ponte, nosso caro amigo tem a inusitada possibilidade de permitir que pessoas de dois estados diferentes tenham o prazer de apreciar sua bela Brasília azul! Não é para qualquer um...

domingo, 20 de fevereiro de 2011

FOTO DO DIA

BRASÍLIA TUBE

Ela passa por trilhas onde jipes ficam pelo caminho. É ela, a BRASÍLIA LOCKER!

http://www.youtube.com/watch?v=j-IfPHk7cd0&feature=related

BRASAS DO CLUBE

Pepita é o nome dela. Há três anos com o nosso amigo Fernando Pereira, esta linda Brasília Marrom Savana ano 76 deixa encantados os moradores de Bauru-SP quando passeia pelas ruas da cidade com suas indefectíveis rodas Mangels de SP2 cromadas. E não é para menos: não é somente nesta cidade do interior paulista que é tão difícil encontrar uma unidade neste estado de conservação e capricho. Portanto, apreciem, além das fotos, o video feito pelo Fernando, com a excelentíssima Pepita!

http://www.youtube.com/watch?v=o0iJ_zfppxQ

 

domingo, 6 de fevereiro de 2011

MENSAGEM PARA NOVOS VISITANTES BRASILIEIROS


Por favor, não esqueça de enviar endereço de correspondência completo!
 Se puder mandar histórias e curiosidades sobre sua Brasília, também será de grande valia para todos nós, brasilieiros!

Para quem quiser adquirir o ADESIVO DO CLUBE e incrementar sua brasa, basta informar no e-mail que passaremos as instruções.
O valor é de apenas R$ 15,00, apenas para cobrir o custo de confecção e envio do adesivo.

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

BRASAS DO CLUBE

O maior colecionador conhecido de VW Brasílias do Brasil. Talvez seja esta a melhor maneira de se referir a José Ricardo Silva, detentor de três unidades de diferentes anos. Assim como o Alexandre Franzini, ele também é de Jundiaí-SP, e fatalmente eles já devem ter se cruzado com suas brasas passeando pelas ruas. O exemplar mais antigo da coleção é de 1974 e está em sua família desde 1986, tendo pertencido à Auto Escola Icaraí até aquele ano. A outra que aparece de traseira na primeira foto foi fabricada em 1976. Completa a coleção um modelo LS de 1979. Não há como negar que José Ricardo é um grande apreciador de Brasílias, mas caso ainda pairem dúvidas, basta visitar seu perfil no orkut (com mais de 100 fotos de Brasílias e participação em inúmeras comunidades com este carro sendo tema central) ou então deleitar-se com sua "garagem" de 36 miniaturas de Brasília. O desafio está lançado: conseguirá algum apreciador e colecionador "brasilieiro" superá-lo?

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

BRASÍLIA TUBE

Brasília é um carro tão guerreiro que, se bobear, não precisa nem de pneu!...

http://www.youtube.com/watch?v=NymJv0YShWM

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

BRASÍLIA HOT WHEELS

Os blogs SP2 Clássico (vwsp2classico.blogspot.com) e T-Hunted! (t-hunted.blogspot.com) estão divulgando o novo modelo brasileiro que será contemplado com uma miniatura Hot Wheels este ano. Não temos dúvidas que será um sucesso de vendas, assim como aconteceu com o SP2. Brasilieiros: em 2011, tão logo seja lançado, compremos pois várias unidades da mini para colecionar, dar de presente, personalizar, etc.

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

BRASÍLIA TUBE

Sugestão do sócio Cláudio Brandão, a história da Brasília contada por "Indiana Gomes, o caçador de relíquias", ou seja, o jornalista e "multimídia de araque" (como ele se autodenomina) Flávio Gomes no seu programa no Limite, no canal ESPN. Obrigado, Cláudio!

domingo, 16 de janeiro de 2011

BRASAS DO CLUBE

"Espero em breve ver minha menina como foto do dia, para servir de exemplo, pois foi assim, vendo fotos de outras brasas que decidi deixar a minha no estado que está." Pois é para dar o exemplo mesmo que seguimos as palavras de Alexandre Franzini, o "Chorão" de Jundiaí-SP e colocamos as fotos de sua "menina", uma bela Brasília 1975, em nosso site. Ele possui todos os documentos dela, manual e tíquet de revisão da Volks, e o motor da brasa ainda ostenta o adesivo da concessionária onde foi comprada zero. Na busca incansável pela originalidade, ele está atrás agora de bancos e rodas originais. Quem tiver alguma dica para dar ou mesmo as peças para vender, pode mandar um e-mail para o Clube que nós repassamos para ele. Boa sorte e parabéns, meu amigo!

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

PARA AMERICANO VER... E COMPRAR

Conforme o dito popular, "o sucesso só vem antes do trabalho no dicionário". São mais de 3000 visitas em menos de 6 meses de clube (para nós, um baita sucesso). E para manter o sucesso, além de usar de toda a paixão, o Brasília Clube seguir trabalhando, trazendo informação, histórias, curiosidades e todas as atualidades que se relacionam a este incrível carro.

Pois bem, a notícia da vez é a oferta de venda de uma VW Brasília. Até aí, tudo normal, não fosse o país de origem da oferta: Estados Unidos. Lá, até onde se sabe, não houve importação oficial deste modelo e poucos exemplares existem depois de quase 30 anos do fim da produção brasileira (o vendedor afirma haver apenas cinco nos "states"). A Brasília 1981 em questão realmente está excepcional, pouco rodada e é digna de colecionadores. Portanto, basta voce ter em mãos 12 mil dólares (pouco mais de 20 mil reais), fora as despesas de importação, e ela pode parar na sua garagem. O link para o anúncio está aqui:
Alguém pode ter achado o valor pedido um pouco elevado. O pessoal dos portais Jalopnik (brasileiro e americano) parecem ter entendido assim, com direito a enquete e tudo:
E outras "observações" feitas pelos gringos mereceram os comentários do grande Flávio Gomes:
Afinal de contas, tudo de importância que acontece no mundo automotivo passa pela visão incrível do FG, e esta brasa obviamente não poderia ficar de fora.

domingo, 2 de janeiro de 2011

FOTO DO DIA

Se na sua lista de objetivos para 2011 está viajar Brasil afora, mostramos aqui o melhor jeito de fazer isto... Feliz 2011!!!

quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

BRASAS DO CLUBE

Faltando poucos dias para o fim do ano, apresentamos a Brasília 77 do amigo Bruno Lara, do Rio de Janeiro. Na verdade, esta linda brasa pertence ao seu avô Ruy, foi adquirida zero km na antiga concessionária Petrópolis Veículos, na região serrana e, como ressalta Bruno, faz parte da vida de toda sua família. Ela faz companhia a um raro Passat 80 marrom monocromático, também comprado zero quilômetro e igualmente de propriedade do Sr. Ruy. Parabéns, Bruno, a você e a seu avô pela bela dupla!

sábado, 25 de dezembro de 2010

FELIZ NATAL E PRESENTE

É claro que não se deve perder de vista o real porquê do Natal, bem como devemos deixar nossos corações serem tocados nesta data especial. Mas Natal também é tempo de presentes, principalmente para as crianças. Então, para as "crianças grandes" apaixonadas por seus "brinquedinhos", vai o presente que Papai Noel deixou para voces! Feliz Natal a todos!

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

ENTREVISTA COM O CRIADOR

Entrevista transcrita na íntegra do site Volkspage.net com Márcio Lima Piancastelli, o designer criador da VW Brasília e participante de outros projetos importantes na Volks.


Fusca e Karmann-Ghia deram cara e formato ao veículo; em nove anos, pelo menos 1 milhão de unidades foram vendidas para o mundo.

Na década de 70, a pedido do presidente da Volkswagen no Brasil, Rudolf Leiding, o estilista de carros da multinacional Márcio Piancastelli recebeu o desafio de projetar um veículo que oferecesse conforto e comodidade para a família. A única recomendação: pequeno por fora e amplo por dentro e com a confiabilidade do Fusca. Então, mãos à obra... Estava lançada a chance de produzir o primeiro automóvel exclusivamente nacional - a Brasília.
Com lápis e folha na mão, Piancastelli começou a traçar o carro com base no modelo do Fusca, mas a figura ficou muito estreita. Depois, utilizou o formato do Karmann-Ghia. O resultado: “Ganhamos largura”, lembra o ex-estilista. Do início ao fim, foram mais de quarenta tentativas até chegar ao esboço final.
Depois de pronto o projeto no papel, o segundo passo: construir o modelo de arame rígido e amarrá-lo em uma espécie de gaiola, para obter a visualização do espaço e das proporções da parte de dentro do veículo. Por fim, o revestimento com gesso e a pintura com tinta automotiva. “Tínhamos de montar tudo: banco, painel. Foi um trabalho de co-produção”.
E, mesmo assim, o responsável por chefiar o projeto não quer nem ouvir falar em título de inventor da Brasília: “Não foi uma invenção porque foi feito em cima de um modelo de Fusca como, por exemplo, o motor traseiro”.
Acompanhe a entrevista do ex-projetista de veículos da Volkswagen do Brasil Márcio Piancastelli que revela à jornalista Sandra Riva fatos intrigantes sobre o automóvel, as dificuldades para concluir o projeto e ainda faz críticas à automação.

SANDRA RIVA: A Brasília surgiu após o fenômeno Fusca e da necessidade de apresentar um carro diferente, já que os concorrentes na época estavam lançando seus modelos, como o Chevette, da General Motors. Como foi essa criação? De onde surgiram as idéias para, por exemplo, capacidade do motor, características estéticas?

MÁRCIO PIANCASTELLI: O presidente da Volkswagen do Brasil Rudolf Leiding queria um carro pequeno por fora como o Fusca, com vidros grandes e que pudesse andar por todos tipos de terrenos.

SR: Na época era difícil se sobressair entre os estrangeiros, pois o Brasil não tinha o conceito de país produtor de estilos de carros.

MP: Era difícil. Fomos em 76 para a Alemanha apresentar a Brasília e o projeto do carro SP II , mas o sindicato alemão tinha restrições com estrangeiros e praticamente brecaram o projeto, além do problema da crise do petróleo de 73, em que não podiam fabricar um carro esporte em época de crise, pois não era viável. O (Rudolf) Leiding mandou nossos desenhos para a Porsche. Eles mexeram no motor e nós fizemos, aqui, o projeto do SP II, que era um derivado da Variant, com motor dianteiro do Passat. Pena que não vingou! Existia muito preconceito. Quando nós chegamos lá em 76, o chefe de estilo da fábrica da Alemanha criticou a Brasília, um produto todo nacional. O Jota, que era também um estilista da Volks na época, disse: - O senhor critica a Brasília, mas fomos nós que fizemos. E vocês, que não fizeram o Golf (carro que estava substituindo o Fusca) ? Ele ficou calado!

SR: Qual seria a diferença da Brasília II para o primeiro modelo?

MP: O que iria sair diferente da Brasília era o motor dianteiro. Chegamos a fazer até um protótipo com refrigeração a água. Era um carro maravilhoso, inclusive o desempenho, não vingou por causa do projeto do Gol (que não era todo nacional). Isso foi em 76. Continuamos pesquisando o motor dianteiro para a Brasília, inclusive para o projeto do Gol (dizem que quem testou o protótipo da Brasília II com motor dianteiro falou que era melhor que o Gol. Era mais largo).

SR: O senhor apontaria algo que pudesse ter mudado na Brasília?

MP: Sim, o motor. Gostaria que fosse na frente, é muito barulhento. Quando ia viajar com minha família para Belo Horizonte, o carro ia lotado.

SR: O que o senhor acha dos novos modelos e conceitos?

MP: As formas dos carros de hoje são muito estranhas, os carros são redondos, como se alguém tivesse cortado com um machado. Gosto muito dos carros conceito, por exemplo, um carro da Volks que estava exposto numa feira em Nova York, cujas portas abrem para cima.

SR: De quais outros projetos o senhor participou?

MP: O meu primeiro projeto foi o TL. O (Rudolf) Leiding ficou satisfeito, porque na Alemanha já existia um TL que foi feito em cima de um outro carro 1600 Hatch. Ele falou que queria um no Brasil. Lembro que era setembro e ele queria o protótipo pronto para o fim do ano. Pegamos uma Variant, cortamos o teto (perto da traseira), nem fizemos o desenho, foi direto. Colocamos madeira na estrutura, gesso e em três meses o protótipo estava pronto com chapa e pintura. O presidente então nos chamou no escritório, na diretoria da Volkswagen que ficava no Ipiranga, tirou o talão de cheque e foi chamando um por um para dar uma bonificação em dinheiro. Em dinheiro, hoje, seria mais ou menos R$ 5 mil. Nunca tinha visto isso!


SR: O senhor lembra de algo interessante, engraçado que aconteceu ao longo desses anos?

MP: Foi relativo ao modelo aprovado do SP II. No desenho, não representava tanto, mas na maquete, que era 1 X 4 (o tamanho do desenho é multiplicado por 4), o nariz do carro ficou muito comprido. Ia ficar com um metro de frente de carro, o que na verdade era pra ficar com 40 centímetros. E o pior era que o diretor de engenharia tinha dado ordens para que a maquete ficasse guardada em um quarto fechado, onde ninguém pudesse mexer.
Eu pensei: - Minha nossa senhora! Como vamos consertar isso ai? Vamos perder esse projeto?
Reunimos o pessoal e trabalhamos por 4 horas no corte da maquete, refizemos tudo para ninguém perceber. No dia seguinte, o Leiding pediu pra ver a maquete. Ele olhou e não percebeu nada. Talvez até tenha reparado, mas não achou ruim. O outro diretor da Volkswagen, o Paulo Ivani, se percebesse daria a maior bronca. Outro fato engraçado, é que esse mesmo diretor tinha medo de que nós fizéssemos os desenhos coloridos. Ele não queria que fossem artísticos, queria que fossemos mais técnicos e que se nós fizéssemos coloridos, nos mandaria embora. No dia em que fomos apresentar os desenhos do SP II para o Leiding julgar, fizemos alguns coloridos e ele adorou. No dia seguinte, o Ivani foi falar que não ia nos mandar embora porque o Leiding gostou dos desenhos coloridos, mas que, na verdade, devia ter mandado o Jota (integrante da equipe) embora. E eu respondi que deveria ter me mandado também, porque fui eu que mandei ele colocar desenhos coloridos.

BOX:
Marcio Lima Piancastelli trabalhou como projetista de veículos durante 28 anos. Hoje, trabalha como designer de eletrodomésticos e está empenhado em um projeto que resgata a história dos tipos de automóveis do último século. Por ser encabulado ou até mesmo na época mal informado em relação a patentear marcas, deixou de lançar um carro que havia desenhado há muitos anos, o que, hoje, seria semelhante ao carro Uno, da Fiat.

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

BRASAS DO CLUBE

Esta 1976 alinhadíssima é do Carlos, de Barra Bonita-SP. E não se pode dizer que só a Barra que é bonita por lá: basta olhar as fotos desta Brasília. Aliás, Brasília não, Brankinha®, já famosa por aquelas bandas. E não para por aí: Carlos, além de adorar sua "cria" (como ele mesmo se refere a ela), é um aficcionado por VW's a ar em geral, tem um vasto material sobre o assunto e logo vai estar nos disponibilizando, para que todos do Clube possam usufruir. Portanto, senhores, aguardem por novidades!

 
 
 

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

BRASA & GIRLS

Não é todo dia que duas beldades se encontram...

sábado, 11 de dezembro de 2010

BRASAS DO CLUBE

Apresentando a brasa do amigo Delgado, de São Paulo capital. Brasília 78, super conservada por dentro e por fora, motor de dupla carburação, vidros verdes e vigia traseiro com desembaçador. Além de ser o primeiro ano dos novos pára-choques e lanternas. Ou seja, tudo de melhor daquele ano. Parabéns!